...

" Não estou vivendo perigosamente.
Troquei o perigosamente, pelo intensamente, inconsequentemente, apaixonadamente.
Não há perigo...
Perigoso é a gente se aprisionar no que nos ensinaram como certo e nunca mais se libertar, correndo o risco de não saber mais viver sem um manual de instruções..."

Martha Medeiros



domingo, 13 de novembro de 2011



Devagarinho, a gente começa a sentir que algo precisa ser feito.
Embora ainda não faça...
Por medo da mudança, quando não dá mais para carregar tanto peso, a gente aprende a empurrá-lo, desaprendendo um pouco mais o prazer.
Quase nem consegue respirar de tanto esforço, mas aguenta ou pelo menos faz de conta, algumas vezes até com estranho orgulho.
Até que chega a hora em que a resistência é vencida.
A gente aceita encarar o casulo.
A gente deixa a natureza tecer outra história.
A gente quer tecer junto.
A gente permite que a borboleta aconteça....

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