
Devagarinho, a gente começa a sentir que algo precisa ser feito.
Embora ainda não faça...
Por medo da mudança, quando não dá mais para carregar tanto peso, a gente aprende a empurrá-lo, desaprendendo um pouco mais o prazer.
Quase nem consegue respirar de tanto esforço, mas aguenta ou pelo menos faz de conta, algumas vezes até com estranho orgulho.
Até que chega a hora em que a resistência é vencida.
A gente aceita encarar o casulo.
A gente deixa a natureza tecer outra história.
A gente quer tecer junto.
A gente permite que a borboleta aconteça....
Embora ainda não faça...
Por medo da mudança, quando não dá mais para carregar tanto peso, a gente aprende a empurrá-lo, desaprendendo um pouco mais o prazer.
Quase nem consegue respirar de tanto esforço, mas aguenta ou pelo menos faz de conta, algumas vezes até com estranho orgulho.
Até que chega a hora em que a resistência é vencida.
A gente aceita encarar o casulo.
A gente deixa a natureza tecer outra história.
A gente quer tecer junto.
A gente permite que a borboleta aconteça....

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