...

" Não estou vivendo perigosamente.
Troquei o perigosamente, pelo intensamente, inconsequentemente, apaixonadamente.
Não há perigo...
Perigoso é a gente se aprisionar no que nos ensinaram como certo e nunca mais se libertar, correndo o risco de não saber mais viver sem um manual de instruções..."

Martha Medeiros



quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011


"O que eu quero, sinceramente, não é muito: eu quero que a vida seja boa. Não boa por ser lisinha e perfeita, mas boa por ter gosto bom. Que as coisas aconteçam de um jeito que se possa curtir e saborear, e sorrir mesmo na dor. Que eu possa olhar para os lados e sentir que é isso mesmo, que é esse o caminho, que mesmo na dúvida e no descaminho, é essa a vida que eu quis ter, que é isso o que eu buscava sem saber direito a quê. Vida boa, pra mim, é isso: essa inteireza, esse suspiro, esse não sei quê que faz cócegas do lado de dentro, que faz brotar um sorriso que a gente nem sabe dizer direito de onde veio, mas é bom, é muito bom. Eu gosto de ser assim, suave. Gosto dessa pureza, dessa serenidade que vem repousar vezemquando nos meus ombros descansados, feito passarinho buscando descanso da revoada. Eu gosto de estar assim, de sentir que as coisas estão certas do jeito que estão. Não porque seja perfeito, mas de ser de verdade. Daquela verdade que é feita de reviramento e poesia, daquela verdade que dói e assusta, e preenche, e faz a gente querer mais. Isso pra mim é felicidade..."

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